sábado, 16 de abril de 2011



Atenção, caros leitores:
A maioria de nós conhece o trabalho primoroso do Greenpeace nos assuntos de preservação do Meio Ambiente. 
Disponibilizamos alguns links, nesse blog, para quem deseja conhecer melhor as ações desse grupo:
1. Site do Greenpeace:

2. Protesto contra a construção de Angra III:
3. Sobre desmatamento:

Fonte: Membro do grupo e colaboradora nesse assunto: Jéssica Priscilla (Cursinho Morenão).

Grata, Jéssica!
Prof. Delinha


domingo, 10 de abril de 2011

TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - I



Esse texto, inicialmente da escritora Branca Granatic, foi atualizado para essa nova proposta:


ASSUNTO: Problemas da humanidade

TEMA: Problemas globais ainda não resolvidos pelo homem.

PONTO DE VISTA:

Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam os que habitam este Planeta. 


POR QUÊ?

Argumento 1:
Existem populações imersas em completa miséria.

Argumento 2:
A paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais. 

Argumento 3:
O meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico. 

Exemplo de evolução do raciocínio planejado:

TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO - II





Um mundo habitável para as gerações vindouras

 
Há  situações  comuns a todos os habitantes deste Mundo, conforme explica John Kennedy: “o laço essencial que nos une é que habitamos este pequeno Planeta; respiramos o mesmo ar e todos nos preocupamos com o futuro dos nossos filhos”. Em decorrência dessa nossa preocupação com as gerações vindouras, em razão de esses achaques serem produzidos pelo próprio homem e atingirem a todos os seres da Terra, dependemos da vontade humana para resolvê-los. No entanto, chegamos ao terceiro milênio, período marcado por enorme desenvolvimento tecnológico e notamos que, para alguns problemas básicos os quais preocupam a todos, não foram apresentadas soluções: há povos inteiros imersos em completa miséria; a paz é interrompida, frequentemente, por conflitos internacionais e; além desses, há o meio ambiente que se encontra ameaçado por sério desequilíbrio ecológico. 

Embora a Terra disponha de riquezas incalculáveis – estas, mal distribuídas, quer entre Estados, quer entre indivíduos – encontramos legiões de famintos em pontos específicos dela. Nos países do Terceiro Mundo, sobretudo em certas regiões da África, vemos com tristeza, a falência da solidariedade humana e da colaboração entre as nações. Todavia, é aqui, na sociedade brasileira, que notamos a gravidade desse problema. No site EcoDebate Cidadania & Meio Ambiente, há o resultado de uma avaliação realizada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 2010, sobre a cara da forme no Brasil: “As disparidades regionais são de extrema relevância: 37,5% das residências no País sofrem com insegurança alimentar. Essa taxa seria de 25% no Sul e 55%, no Nordeste. A média nacional aponta que a desnutrição infantil que atinge 1,9% das crianças, chega a 3,5% no Nordeste e mais de 8% em três Estados; 21% dos brasileiros ainda sofrem de anemia.” Diante desse fato, entendemos haver a necessidade de intervenção de autoridades políticas e população, em geral, em todas as regiões do país, umas mais urgentes que outras, como por exemplo, a do Nordeste. Enfim, governantes de nosso país têm empenhado, na última década, pela erradicação da miséria, mas, a fome insiste em não esconder a cara. Necessário se torna, portanto, continuarmos com a bandeira da solidariedade e do compromisso social hasteada.

Além do problema da fome, nestes últimos meses, temos assistido, com certa preocupação, a conflitos bélicos que se sucedem em várias partes do mundo. A luta interna por democracia, nos países mulçumanos (Egito, Tunísia, Líbia, entre outros), parece ser válida; no entanto, os efeitos não se encontram circunscritos a território nacional apenas, como se observa na fuga por parte da população líbia para países vizinhos (Tunísia e Egito principalmente), agravando os problemas sociais destes: falta de moradia, atendimento médico (muitos se encontram feridos), escassez na alimentação, ausência de perspectiva quanto ao futuro, entre outros. Na Líbia mesmo, a guerra conta com forças internacionais e não possui data para terminar. Diante desse quadro, lamentamos que, em tempos de tamanha velocidade nas comunicações, não haja rápido entendimento entre os envolvidos. A morte continua a assombrar a população mais pobre, por não conseguir evadir-se das regiões dos conflitos. Enfim, muitos desses conflitos trazem à memória a triste lembrança das guerras do Vietnã e da Coreia, as quais provocaram grande extermínio.  

Outra preocupação constante é o desequilíbrio ecológico, provocado pela ambição desmedida de alguns habitantes desse Planeta ao promoverem desmatamentos desordenados, poluírem o ar e águas de rios, entre outras agressões contra a Natureza. Em decorrência da ausência de cuidado com o meio ambiente, neste ano, 2011, testemunhamos o excesso de chuvas e o enorme prejuízo a vidas humanas e a bens materiais em várias partes do mundo (Austrália, China, Paquistão, Venezuela, Colômbia, entre outros). Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por provocar grandes catástrofes como a que vimos no Japão (terremoto seguido de Tsunami) e no Brasil (Rio de Janeiro com mais de setecentas mortes). Sendo assim, a reveladora falta de respeito ao meio ambiente, compromete o equilíbrio ecológico, tão necessário às gerações vindouras.
          
Em virtude dos fatos mencionados, somos levados a crer que o homem encontra-se muito longe de solucionar os graves problemas que afligem diretamente uma grande parcela da humanidade e, indiretamente, a qualquer pessoa consciente e solidária. Portanto, para haver mudança de comportamento, aqui em nosso país, é necessário educar os brasileirinhos para preservar e defender o meio em que vivem. Para isso valem projetos que levem estudantes a agirem nas suas comunidades, ao denunciarem cidadãos ou empresas envolvidos em atos de destruição; participarem do plantio de árvores à beira de rios; entre outros. É desejo de todos nós que algo seja feito no sentido de conter essas forças ameaçadoras também por parte de autoridades, mediante fiscalização em matas e florestas, aprovação de leis mais rígidas contra esses descasos; para podermos suportar as adversidades e construir um mundo que, por ser justo e pacífico, poderá ser mais facilmente habitado pelas gerações vindouras.

Adaptado por Delinha

OBS.: Dedico esse texto aos meus alunos do Cursinho Morenão. É uma paráfrase, atualizada, no conteúdo e recursos de produção.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

DICAS PARA PRODUZIR UM BOM TEXTO


-Utilize linguagem simples e clara, pois utilizar termos que o(a) deixam inseguro(a) poderá comprometer a compreensão e a qualidade de sua redação.
-Evite palavras científicas, pois elas poderão não ter o significado muito especifico.
-Não utilize figuras históricas, a não ser que seja indispensável.
-Evite utilizar lugares comuns como clichês, âncoras e outros.
-Jamais utilize gírias e figuras de linguagem, pois assim você poderá confundir a ideia de sua redação.
-Nunca utilize em sua redação expressões, como: “eu penso”, “eu acho”, “eu sinto” ou semelhantes que individualizam um ser.
-Evite o excesso de vírgulas, pois você poderá comprometer a coerência do texto.
-Não faça períodos longos demais. Entretanto, também não exagere nos pontos, caso contrário seu texto se tornará uma ladainha. Dê atenção ao equilíbrio de sua redação.
-Evite utilizar sinais de pontuação que você não domina. Lembre-se, porém, que o uso de determinados pontos, como: aspas, reticências, ponto e vírgula, dois pontos são sinais que poderão enriquecer sua redação.
-Antes de escrever, leia atentamente a proposta de redação. Não esqueça da coletânea.
-Faça um tópico de seus conhecimentos em relação ao tema.
- Organize seus argumentos e, depois, selecione aqueles que servirão na produção de seu texto.
- Não esqueça de fazer um apanhado geral sobre o tema; depois, apresente uma proposta de solução para os problemas levantados.
Atenção:
“UM LEITOR MEDÍOCRE ESCREVERÁ TEXTOS MEDÍOCRES: LEIA BASTANTE”.
Prof. Eva de Mercedes

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sugestão de Leitura: Dissertação-Argumentativa



Meio-ambiente e tecnologia: não há contraste, há solução.

Uma das maiores preocupações do século XXI é a preservação ambiental, fator que envolve o futuro do planeta e, consequentemente, a sobrevivência humana. De maneira contraditória, esses problemas da natureza, quando analisados, são e colocados, equivocadamente, em oposição à tecnologia.

O paradoxo acontece porque, de certa forma, o avanço exige um preço a se pagar. As indústrias, por exemplo, que são ligadas ao progresso, emitem quantidades exorbitantes de CO2 (carbono), responsáveis pelo prejuízo causado à Camada de Ozônio e, por conseguinte, problemas ambientais que afetam a população.

Mas, se a tecnologia significa conhecimento, nesse caso, não vemos contrastes com o meio-ambiente. Estamos numa época em que preservar os ecossistemas do planeta é mais do que avanço, é uma questão de continuidade das espécies animais e vegetais, incluindo-se principalmente nós, os humanos. As pesquisas acontecem a todo o momento e, sendo assim, podemos considerá-las parceiras na busca por soluções para essa problemática.

O desenvolvimento de projetos científicos que visem a amenizar os transtornos causados à Terra é plenamente possível e real. A era tecnológica precisa atuar a serviço do bem-estar, da qualidade de vida, muito mais do que em favor de um conforto momentâneo. Nessas circunstâncias não existe contraste algum, pelo contrário, há uma relação direta que poderá se transformar na salvação do mundo.

Assim, as universidades e instituições de pesquisas em geral precisam agir rapidamente na elaboração de pacotes científicos com vistas a combater os resultados caóticos da falta de conscientização humana. Nada melhor do que a ciência para direcionar formas práticas de amenizarmos a “ferida” que tomou conta do nosso Planeta Azul.

Autor: CASSILDO SOUZA

Curso de Redação:



PROPOSTA PARA ELABORAÇÃO DE “PROJETO DE TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMNTATIVO”:

Escolha um tema e faça um projeto de texto para a aula de 11 de abril de 2011.


1. (FUVEST – SP/2011):
    "Altruísmo e pensamento a longo prazo no mundo contemporâneo"

2. (UNICAMP – SP/2003):
    “Trabalho: fator de promoção ou de degradação.”

3. (UEL – PR)
    “O espaço que o homem habita diz muito de seu modo de ser.”

4. (UNESP-SP):
    “O jovem ante a corrupção: um inimigo a combater ou um dado a aceitar?”

5. (ENEM):
    “O indivíduo frente à ética nacional.”

REDAÇÃO: PARTE I



Conceitos e Noções Gerais de Dissertação

Existem dois tipos de dissertação: a dissertação expositiva e a dissertação argumentativa. A primeira tem como objetivo expor, explicar ou interpretar ideias; a segunda procura persuadir o leitor ou ouvinte de que determinada tese deve ser acatada.

Na dissertação argumentativa, além disso, tentamos, explicitamente, formar a opinião do leitor ou ouvinte, procurando persuadi-lo de que a razão está conosco.

Na dissertação expositiva, podemos explanar sem combater ideias de que discordamos. Por exemplo, um professor de História pode fazer uma explicação sobre os modos de produção, aparentando impessoalidade, sem tentar convencer seus alunos das vantagens e desvantagens deles. Mas, se ao contrário, ele fizer uma explanação com o propósito claro de formar opinião dos seus alunos, mostrando as inconveniências de determinado sistema e valorizando um outro, esse professor estará argumentando explicitamente. 
     
Para a argumentação ser eficaz, os argumentos devem possuir consistência de raciocínio e de provas.

O raciocínio consistente é aquele que se apoia nos princípios da lógica, que não se perde em especulações vãs, no “bate-boca” estéril. As provas, por sua vez, servem para reforçar os argumentos.

Os tipos mais comuns de provas são: os fatos-exemplos, os dados estatísticos e o testemunho. 

REDAÇÃO: PARTE II

Projeto de texto dissertativo-argumentativo: 

Como escrever nossas dissertações? Como expor com clareza nosso ponto de vista? Como argumentar com coerência e validamente? Como organizar a estrutura lógica de nosso texto, com introdução, desenvolvimento e conclusão

Vamos supor que o tema proposta seja: 

                                                                      Nenhum homem é uma ilha

Primeiro, precisamos entender o tema. Ilha, naturalmente, está em sentido figurado, significando solidão, isolamento.     

Sugerimos alguns passos para a elaboração do rascunho de sua redação.

1. Transforme o tema em uma pergunta:

     Nenhum homem é uma ilha?

2. Procure responder essa pergunta, de um modo simples e claro, concordando ou discordando (ou, ainda, concordando em parte e discordando em parte): essa resposta é o seu ponto de vista.

3. Pergunte a você mesmo, o porquê de sua resposta, uma causa, um motivo, uma razão para justificar sua posição: aí estará o seu argumento principal.

4. Agora, procure descobrir outros motivos que ajudem a defender o seu ponto de vista, a fundamentar sua posição. Esses serão argumentos auxiliares.

5. Em seguida, procure algum fato que sirva de exemplo para reforçar a sua posição. Este fato-exemplo pode vir de sua memória visual, das coisas que você ouviu, do que você leu. Pode ser um fato da vida política, econômica, social. Pode ser um fato histórico. Ele precisa ser bastante expressivo e coerente com o seu ponto de vista. O fato-exemplo, geralmente, dá força e clareza à nossa argumentação. Esclarece a nossa opinião, fortalece os nossos argumentos. Além disso, pessoaliza o nosso texto, diferencia o nosso texto: como ele nasce da experiência de vida, ele dá uma marca pessoal à dissertação.

6. A partir desses elementos, procure juntá-los num texto, que é o rascunho de sua redação. Por enquanto, você pode agrupá-los na sequência sugerida a seguir (postagem anterior).

REDAÇÃO: PARTE III

Os passos da organização do texto:

1) interrogar o tema.
2) responder, com a opinião.
3) apresentar argumento básico.
4) apresentar argumentos auxiliares.
5) apresentar fato-exemplo.
6) concluir

Como ficaria o esquema

1º parágrafo: a tese
2º parágrafo: argumento 1
3º parágrafo: argumento 2
4º parágrafo: fato-exemplo
5º parágrafo: conclusão

Projeto de texto: dissertativo-argumentativo:

Assunto: Erro humano

Tema: Como encarar a questão do erro 

Tese:  
1º§ O homem nunca pôde conhecer acertos sem lidar com seus erros.

Argumentação   
2º§ O erro pressupõe a falta de conhecimento ou experiência, a deficiência de sintonia entre o que se propõe a fazer e os meios para a realização do ato. Deriva-se de inúmeras causas, que incluem tanto a falta de informação, como a inabilidade em lidar com elas.   

3º§ Já acertar, obter sucesso, constitui-se na exata coordenação entre informação e execução de qualquer atividade. É o alinhamento preciso entre o que fazer e como fazer, sendo esses dois pontos indispensáveis e inseparáveis.    


 Fato-exemplo
 4º§ Como atingir o acerto? A experiência é fundamental e, na maior das vezes, é alicerçada em erros anteriores, que ensinarão os caminhos para que cada experiência ruim não mais ocorra. Assim, um jovem que presta seu primeiro vestibular e fracassa pode, a partir do erro, descobrir seus pontos falhos e, aos poucos, aliar seus conhecimentos à capacidade de enfrentar uma situação de nova prova e pressão. Esse mesmo jovem, no mercado de trabalho, poderá estar envolvido em situações semelhantes: seus momentos de fracasso estimularão sua criatividade e maior empenho, o que fatalmente levará a posteriores acertos fundamentais em seu trabalho.  


Conclusão      
5º§ Assim, o aparecimento dos erros nos atos humanos é inevitável. Porém, é preciso, acima de tudo, saber lidar com eles, conscientizar-se de cada ato falho e tomá-los como desafio, nunca se conformando, sempre buscando a superação e o sucesso. Antes do alcance da luz, será sempre preciso percorrer o túnel. 

REDAÇÃO: PARTE IV


E se não concordamos com a ideia prevista no tema?

Selecionamos um projeto de texto com uma contra-argumentação (ou refutação).

Como incluir a contra-argumentação no texto: 
    
A dissertação argumentativa começa com a proposição clara e sucinta da ideia que irá ser comprovada, a TESE. A essa primeira parte do texto dissertativo chamamos de introdução.

A segunda parte, chamada desenvolvimento, visa à apresentação dos argumentos que comprovem a tese, ou seja, a PROVA. É costume estruturar a argumentação em ordem crescente de importância, como foi explicado no início desta lição, a fim de prender cada vez mais a atenção do leitor às razões apresentadas. Essas razões baseiam-se em provas demonstráveis através dos fatos-exemplo, dados estatísticos e testemunhos.

Na dissertação argumentativa mais formal, o desenvolvimento apresenta uma subdivisão, a REFUTAÇÃO, na qual se apresenta possíveis contra-argumentos que possam contrariar a tese ou as provas.

Nessa parte, a ordem de importância inverte-se, colocando-se, em primeiro lugar, a refutação do contra-argumento mais forte e, por último, do mais fraco, com o propósito de se depreciarem as ideias contrárias e ir-se, aos pontos, refutando a tese adversa, ao mesmo tempo em que se afasta o leitor ou ouvinte dos contra-argumentos mais poderosos.

Na última parte, a conclusão, enumeraram-se os argumentos e conclui-se, reproduzindo as tese, isto é, faz-se uma SÍNTESE. Além de fazer uma síntese das ideias discutidas, pode-se propor, na conclusão, uma solução para o problema discutido.

Projeto de texto: refutação    

Assunto: Vestibular

Tema: Vestibular, um mal necessário. 

Tese: O vestibular privilegia os candidatos pertencentes às classes mais favorecidas economicamente.  

Prova: Os candidatos que estudaram em escolas com infra-estrutura deficiente, com as escolas públicas do Brasil, por mais que se esforcem, não têm condições de concorrer com aqueles que frequentaram bons colégios.      

Refutação: Mesmo que o acesso à universidade fosse facilitado para candidatos de condição econômica inferior, o problema não seria resolvido, pois a falta de um aprendizado sólido, no Ensino Fundamental e Médio, comprometeria o ritmo do Curso Superior.
    
Conclusão (síntese): As diferenças entre as escolas públicas e privadas são as verdadeiras responsáveis pela seleção dos candidatos mais ricos.

FONTE:  In Novo Manual da Nova Cultural - Redação, Gramática, Literatura e Interpretação de Textos, de Emília Amaral e outros.